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São Luís libera vacina da gripe para o público em geral

O prefeito da capital, Eduardo Braide, anunciou por meio das redes sociais, que a vacinação contra a gripe estará liberada para o público em geral, a partir da próxima terça-feira (5), nos postos de saúde do município. Podem se vacinar, todos que tem a partir de seis meses de vida.

Braide também anunciou a redução da idade para receber a quarta dose da vacina contra a covid-19 e a ampliação dos pontos de vacinação. Serão mais dez unidades.

Prefeito Eduardo Braide anuncia ações emergenciais de atendimento às síndromes gripais em São Luís

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, anunciou, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (3), novas ações emergenciais de atendimento às síndromes gripais na capital maranhense. O anúncio se dá em consequência do aumento dos casos de Influenza  Sazonal (gripes do tipo H1N1 e H3N2) no país, bem como do número de casos de Covid-19 em todo o mundo, provocado pelo avanço da variante Ômicron.

A partir de quarta-feira (5), mais dois Centros de Atendimento às Síndromes Gripais Leves entrarão em funcionamento com o objetivo de ofertar atendimento rápido e de qualidade à população. Quem necessitar de auxílio médico também poderá procurar atendimento no Centro de Saúde Janaína (Vila Janaína) e no Centro de Saúde Thalles Ribeiro (Vila Esperança), além dos Centros de Saúde Carlos Macieira (Av. dos Africanos); Genésio Ramos Filho (Cohab Anil IV) e Clodomir Pinheiro (Anjo da Guarda),

Para oportunizar atendimento a todos os que procurarem pelo serviço, bem como para evitar longas filas e espera, o prefeito Eduardo Braide também anunciou que o atendimento nos Centros de Atendimento às Síndromes Gripais Leves será ofertado todos os dias, de 8h às 17h.

“Essas ações são um complemento do plano municipal de enfrentamento às síndromes respiratórias em nosso município. Mais uma vez, estamos saindo na frente e estruturando nossa rede municipal de saúde para atender os ludovicenses que apresentem quadro gripal, já que estamos entrando em uma época do ano caracterizada pela prevalência dos casos de Influenza. Além disso, também estamos fortalecendo nossas políticas de combate à Covid, de modo a evitar o surgimento de novos casos”, destacou o prefeito Eduardo Braide.

Enfrentamento à Covid-19

Mesmo sem nenhum paciente com Covid-19 internado na rede municipal de saúde de São Luís – reflexo da vacinação contra a doença na capital –, o prefeito Eduardo Braide também determinou que, a partir desta terça-feira, as unidades mistas do Bequimão, São Bernardo, Itaqui-Bacanga e Coroadinho, além da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Rural e o Socorrinho do São Francisco façam o acolhimento, pré-triagem e separação de paciente com sintomas característicos de coronavírus.

Para evitar aglomeração unidades em que a população ludovicense poderá buscar atendimento caso esteja com algum sintoma gripal e, principalmente, para comportar e garantir os serviços com conforto a todos, equipes de saúde extras (compostas por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem) também farão o atendimento imediato na parte externa das unidades, em estruturas montadas com tendas.

Em caso de teste positivo para Covid-19, o atendimento será prioritário e, havendo a necessidade de internação, adultos serão encaminhados para o Hospital da Mulher (quando o caso for considerado grave) e para a Unidade Mista do Bequimão (quando o caso for considerado moderado); e as crianças, para o Hospital da Criança, localizado à Avenida dos Franceses, na Alemanha. Do contrário, o atendimento terá fluxo normal, com consulta, prescrição e atestado médico, com orientação para tratamento domiciliar.

Como medida de combate à Covid-19, também funcionará, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pontos de testagem em os cinco terminais de ônibus da cidade: Praia Grande, Cohama, Cohab, São Cristóvão e Distrito Industrial/BR-135. Além dos terminais, os pontos onde a testagem vem acontecendo há semanas também continuarão ofertando o serviço, gratuitamente.

Blog Noticiar – por Olavo Sampaio

Covid-19: 90% dos adultos brasileiros já tomaram a 1ª dose da vacina

O Ministério da Saúde informou hoje (2) que o número de pessoas aptas a receberem o imunizante corresponde a 177 milhões de brasileiros. Ao todo, 159,3 milhões tomaram a primeira dose da vacina. Até o momento, mais de 372,5 milhões de doses foram distribuídas aos 26 estados e Distrito Federal.

O Brasil atingiu nesta quinta-feira a marca de 90% do público-alvo, ou seja, adultos com mais de 18 anos vacinados com a primeira dose de algum dos imunizantes contra a covid-19. Ao todo, 159,3 milhões de brasileiros iniciaram o ciclo vacinal contra a doença e 79,03% completaram o esquema com as duas doses ou dose única, de acordo com dados divulgados pelo ministério.

O país também registrou queda de 92,57% na média de óbitos desde o pico da pandemia, registrado em 19 de abril deste ano.

Novas doses

Em novembro, o governo federal comprou mais de 550 milhões de doses de imunizantes. A expectativa do Ministério da Saúde é que mais de 354 milhões de doses sejam utilizadas como reforço em 2022.

Até o momento, 14,1 milhões de pessoas estão com a imunização reforçada com a dose adicional ou de reforço. Cerca de 13,7 milhões de brasileiros entre 12 e 17 anos já tomaram a primeira dose da vacina e 3,4 milhões estão completamente vacinados com as duas doses da Pfizer. Da Agência Brasil.

Blog Noticiar – por Olavo Sampaio

Ministério da Saúde recomenda dose de reforço da Janssen

O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica na noite dessa quinta-feira (25)  em que orienta que os 4 milhões de brasileiros que se vacinaram com o imunizante da Janssen tomem uma dose de reforço entre dois e seis meses após a primeira aplicação. A recomendação do ministério é que seja utilizado a vacina do mesmo fabricante.

Segundo a nota, a orientação foi baseada em estudos científicos que mostram aumento significativo na imunidade após a aplicação de mais uma dose da vacina, principalmente com intervalo mais longo, de seis meses. 

Se a dose de reforço, segundo estudos, for aplicada com um intervalo de seis meses, os níveis de anticorpos aumentam nove vezes após uma semana com a imunização da Janssen. Esse índice segue aumentando em até 12 vezes quatro semanas após a aplicação do reforço.

A nota técnica citou uma pesquisa norte-americana que demonstrou que a dose de reforço, quando aplicada com um intervalo mínimo de dois meses, fornece até 94% de proteção contra a covid-19. Com dose única do imunizante, o índice é de 75%. O estudo também demonstrou que os níveis de anticorpos aumentaram de quatro a seis vezes com a dose de reforço. 

Os resultados  embasaram o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês) a também recomendar a dose de reforço da Janssen.

No caso de mulheres que se vacinaram com a Janssen e que estejam grávidas, a recomendação é que a dose de reforço seja feita com a vacina da Pfizer.

O Brasil recebeu, até agora, 6,6 milhões de doses de vacinas da Janssen. No momento, cerca de 2 milhões de doses estão em análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). 

Segundo o Ministério da Saúde, a previsão do laboratório é que mais 2,8 milhões de doses sejam entregues no começo de dezembro e o restante até o fim do mês. “Esses quantitativos são suficientes para a aplicação do reforço de quem se vacinou com a Janssen dentro do intervalo recomendado de até seis meses”, informou o ministério em nota. Da Agência Brasil.

Blog Noticiar – por Olavo Sampaio

Maranhão mantém baixo índice de contaminação por covid há quatro meses

 

O Maranhão aparece há mais de quatro meses com a taxa de contaminação pela Covid-19 abaixo de 1. Os dados disponibilizados pelo projeto Covid-19 Analytics, uma parceria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostram que o estado atualmente aparece em destaque, com ritmo de transmissão de 0.9 há mais de 128 dias.

Desde o início da pandemia da Covid-19, a Secretaria de Estado da Saúde divulga diariamente o Boletim Epidemiológico, com informações sobre número de novos casos da doença, óbitos e ocupação de leitos hospitalares, dentre outros dados. Fazendo um comparativo das informações expostas nesse documento, é possível perceber, dentre outras coisas, a diminuição da ocupação de leitos, do número de óbitos e de novos casos diários.

A ocupação de leitos Covid -19, por exemplo, teve uma redução bastante expressiva. No dia 22 de março, auge da segunda onda da pandemia no estado, haviam 482 leitos de UTI e 941 leitos clínicos ocupados. Já no Boletim Epidemiológico do último domingo (7), o registro foi de 43 leitos de UTI e 38 leitos clínicos ocupados em todo o Maranhão. Uma redução de 1.120% na ocupação dos leitos de UTI e 2.476% na ocupação dos leitos de enfermaria.

No que diz respeito ao registro de óbitos ocasionados pela doença, no mesmo período analisado, a média móvel de sete dias era de 46 óbitos. Já no boletim divulgado no último domingo (7), a média móvel foi de apenas um óbito.

O número de novos casos também apresentou uma grande redução. No dia 22 de março, a média móvel de sete dias era de 492 novos casos da doença. E no Boletim Epidemiológico divulgado no domingo (7), essa média foi de 97 novos casos em todo o estado. Dessa forma, o Maranhão apresentou uma queda de 507%, ou seja, diminuiu em cinco vezes o número de novos casos da Covid-19.

Taxa de transmissão

Para medir a taxa de transmissão por estado, o projeto criou uma métrica chave que adota a sigla Rt. Ela calcula, a partir dos dados de casos e mortes divulgados diariamente pelas Secretarias Estaduais de Saúde, levando em conta as projeções realizadas pelo modelo de previsão. Dessa maneira, quando o número estiver abaixo de 1, significa que a média de pessoas contaminadas por um infectado está abaixo de uma, o que indica uma redução no ritmo da epidemia.

Blog Noticiar – por Olavo Sampaio

Pesquisa revela piora do estilo de vida do brasileiro na pandemia

Maior tempo de tela e menos atividade física: o estilo de vida do brasileiro piorou durante a pandemia, mostra pesquisa de universidades federais mineiras. O estudo foi iniciado cinco meses após o início das medidas de distanciamento social. 

Os resultados da primeira etapa foram publicados em artigo nas revistas Public Health Nutrition e na Frontiers in Nutrition. A pesquisa foi realizada em conjunto pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelas universidades federais de Lavras (Ufla), Ouro Preto (Ufop) e Viçosa (UFV). 

Em relação às refeições, diminuiu a frequência de realização de café da manhã, lanche e almoço, por outro lado, aumentou a realização de lanches noturnos e outras refeições além das tradicionais. Os hábitos alimentares também pioraram, com aumento de consumo de pães, farináceos, refeições instantâneas e fast food. O consumo de frutas e vegetais, por sua vez, caiu.

Sobre o estilo de vida, houve mudança no consumo mais frequente de bebida alcoólica, aumento na frequência no hábito de fumar, e no tempo de utilização de telas e dispositivos. Antes da pandemia, os participantes da pesquisa relataram média diária de seis horas e meia de exposição. Durante a pandemia, esse número subiu para dez horas por dia.

Por outro lado, houve redução da prática de atividade física. Os voluntários que responderam ao questionário informaram praticar em torno de 120 minutos por semana no período pré-pandemia e o índice caiu para 80 minutos por semana com as restrições para evitar a circulação do novo coronavírus. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma prática semanal de 150 a 300 minutos.

Para o estudo, foram aplicados questionários online entre agosto e setembro de 2020. Os dados reúnem respostas de 1.368 pessoas de ambos os sexos, com idade a partir de 18 anos. Quase 90% são da região Sudeste e 80% são mulheres. Entre os respondentes, 97% disseram estar cumprindo as medidas de distanciamento social.

A segunda etapa da pesquisa envolve a análise de variáveis de comportamento alimentar, ganho de peso e prática de exercício físico durante a pandemia. De acordo com os pesquisadores, esta fase está em andamento e inclui a reaplicação do questionário após 10 meses. Da Agência Brasil.

Blog Noticiar – por Olavo Sampaio

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